Blog do Ademar Adams


08/07/2009


Alguns pitacos necessários (08.07.2009)

 

Sala de imprensa

Está nos jornais de hoje a inauguração da sala de imprensa com o nome do vivíssimo Dirceu Carlino.

Chamo atenção do promotor Célio Fúrio para mais esta ilegalidade patrocinada por José Riva na Assembléia, que ele propaga ser "casa cidadã" e eu redefino como "casa cidadã estuprada".

Aliás, vejamos o que diz o Baixinho: "Dirceu Carlino, para mim, é a grande representação de que é possível fazer jornalismo com ética e competência".

Será que Carlino, mesmo recebendo uma aposentadoria de marajá (cerca de 20 mil por mês), tem o mesmo conceito de ética que Zé Riva?

 

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Ninho suspeito

 

A absolvição de Chica Nunes pelos tucanos vem comprovar que tem muita gente de rabo preso no PSDB. Parece que os tucanos não têm só o bico grande ...

 

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Fazer Justiça

 

Outro dia escrevi que o processo criminal contra a Chica Nunes dormia nas gavetas do desembargador Bitar no Tribunal. Por questão de justiça devo dizer que a minha informação não foi muito exata.

Ocorre que o processo tem mais de uma dezena de réus e que para citar todos, seguindo os trâmites legais, é uma novela.

Logo, não é culpa do desembargador Bitar e sim do nosso arcaico sistema legal, sempre propenso a facilitar a vida dos criminosos.

 

 

 

Escrito por Ademar Adams às 15h00
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EMIR SADER FALA DE FHC NA CARTA MAIOR

07/07/2009

Os reconhecimentos a FHC

Que cada um expresse aqui o reconhecimento que FHC pede.

Felizmente para a oposição, FHC não se contêm, não consegue recolher-se ao fim de carreira intelectual e política melancólicos que ele merece. E cada vez que fala, o apoio ao governo e a Lula aumentam.

Agora reaparece para reclamar que não se lhe dá os reconhecimentos que ele julga merecer. Carente de apoio popular, ele vai receber aqui os reconhecimentos que conquistou.

Em primeiro lugar, o reconhecimento das elites dominantes brasileiras por ter usado sua imagem para implementar o neoliberalismo no Brasil. Por ter afirmado que ia “virar a página do getulismo”. Por ter, do alto da sua suposta sapiência, dito a milhões de brasileiros que eles são “inimpregáveis”, que ele assim não governava para eles, que não tinham lugar no país que o tinha elegido e para quem ele governava.

O reconhecimento por ter dito que “A globalização é o novo Renascimento da humanidade”, embasbacado, deslumbrado com o neoliberalismo.

O reconhecimento por ter quebrado o país por três vezes, elevado a taxa de juros a 48%, assinado cartas de intenção com o FMI, que consolidaram a subordinação do Brasil ao capital financeiro internacional.

O reconhecimento dos EUA por ter feito o Brasil ser completado subordinado às políticas de Washington, por ter preparado o caminho para a Alca, para o grande Tratado de Livre Comércio, que queria reduzir o continente a um imenso shopping Center.

O reconhecimento a FHC por ter promovido a mais prolongada recessão que o Brasil enfrentou.

O reconhecimento a FHC por ter desmontado o Estado brasileiro, tanto quanto ele pôde. Privatizou tudo o que pôde. Entregou para os grandes capitais privados a Vale do Rio Doce e outros grandes patrimônios do povo brasileiro. Por isso ele é adorado pelas elites antinacionais, por isso montaram uma fundação para ele exercer seu narcisismo, nos jardins de São Paulo, chiquérrimo, com o dinheiro que puderam ganhar das negociatas propiciadas pelo governo FHC.

FHC será sempre reconhecido pelo povo brasileiro, que tem nele a melhor expressão do anti-Brasil, de tudo o que o povo detesta, ele serve para que se tome consciência clara do que o povo não quer, do que o Brasil não deve ser.

Postado por Ademar em 08.07.09

Escrito por Ademar Adams às 11h48
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06/07/2009


O proctologista e o corrupto

Fui convidado para um show-baile no Cenarium Rural, onde iríamos dançar rasqueado cuiabano ao som do trio Pescuma, Henrique e Claudinho. Mas qual! Chegando ao local notei que a festa era uma armadilha.

Começou com um chapeludo do tipo breganejo, metido a animador de ambiente, estilo show da Xuxa, urrando no microfone, coisa de rebentar os tímpanos da gente.

Decidimos ir embora, procurar uma diversão mais ao nosso gosto. Já estávamos na porta quando ouvi o chapeludo anunciar “uma grande figura”. Pasmem! Era o deputado mais processado do Brasil, o baixinho José Riva. Já saindo, ainda gritei: “Fora corrupto!” E fui embora.

O que ele estava fazendo lá? Quem deve responder isso é o Sr. Onofre Cesário de Souza, presidente OCB/MT, pois, o evento era patrocinado pela Organização das Cooperativas Brasileiras.

Acabei me lembrando que no ano passado o Sr. Onofre promoveu uma alteração casuística no Estatuto da entidade, para permitir uma re-eleição dele. Só agora constato que deve ter sido o Baixinho quem orientou-o no caminho de também perpetuar-se no poder.

Ano passado aceitei a retirada da nossa cooperativa do sistema Sicoob, por não concordar com proximidade da cúpula com aquele escândalo do Sicoob Pantanal/Cooperativa da Maçonaria/TJ et Riva. Será que devo defender o afastamento também da OCB/MT? É que não vejo como compatibilizar cooperativismo com corrupção.

O lado bom do caso é que acabamos lá no “Chorinho”, onde dançamos samba e bolero do jeito saudável de antigamente...

Homenagem perene

Nem sei por que a Assembléia Legislativa promove uma homenagem ao radialista Dirceu Carlino. É que faz anos que ele é homenageado todos os meses pelo legislativo com uma aposentadoria de cerca de 20 mil reais, sendo hoje o seu maior marajá.

Escrito por Ademar Adams às 22h39
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